Legado Material


Casa Bertarello

A monumental casa de pedra foi construída por volta de 1880 pelo imigrante Giuseppe Dall’Acqua para Francesco Macalós. Nos días atuais abriga um restaurante e é uma das atrações no roteiro “Caminhos de Pedra” em Bento Gonçalves.

Estábulo

Estrebaria construída pelos Dall'Acqua e até hoje existente na Linha Palmeiro, Bento Gonçalves, na colônia n° 9, onde se estabeleceram quando chegaram ao Brasil em 1878.
Na trave que encima o vão da porta lê-se a inscrição entalhada por Giuseppe Dall´Acqua, em números romano existente até hoje, no umbral do estábulo em que aparece o ano da construção em números romanos (3 de outubro de 1888).
Detalhe da escada em madeira que leva ao segundo piso. Detalhe da janela
Localização: Na colônia de nº 09 na Linha Palmeiro
Construído: em 1888 por Giuseppe Dall´Acqua. Serviu a família até 1904 quando se mudaram para Casca Data das fotos: 1978 e 2022
Medidas: 5,1 x 7,1 metros
Detalhes: 1º piso em pedra talhada e 2º piso em madeira e com telhado de “Scandole”.
Observação: Atualmente existe apenas o 1º piso.


Dentro do projeto sobre casas de nossa história, produzimos uma maquete em escala 1:25 desta construção. Você pode ver um vídeo explicativo acessando a seção vídeos.

Casa Colognesi

O casarão de pedra foi construído por Giuseppe Dall´Acqua. Localizado na Linha Palmeiro em Bento Gonçalves, em área de terras vizinha ao lote nº 09 que era dos Dall´Acqua.

Na imagem feita no ano 2000, vemos Luciana Astolfi Braga, trineta de Giuseppe Dall´Acqua.

Capela de São Miguel

Capela São Miguel Arcanjo (mesmo padroeiro de La Valle Agordina), localizada na Linha Palmeiro, que pertencia a colônia Dona Isabel, e que foi construída sob a direção de Giuseppe Dall’Acqua.
Não sabemos a data exata, mas deve ter sido entre 1891 (data em que foi fundada a Sociedade da Capela de São Miguel Arcanjo) e 1897 (data em que Giuseppe faleceu). Em 1912 foi consagrado o altar de autoria de Bertelle.

Piso de madeira da Prefeitura de Bento Gonçalves

Contrato do ano de 1901 firmado por Ângelo Dall´Acqua e a prefeitura de Bento Gonçalves, para fazer os assoalhos do 1º e 2º piso da prefeitura.
Vista atual do piso de madeira. Após 123 anos continua em bom estado.

1ª Casa em Casca

Uma casa simples e pequena, mas que abrigava a família de 12 pessoas.

Localização: Lote de nº 12 em Casca na Linha 18 (Duque de Caxias)
Construída: em 1904 por Ângelo Dall´Acqua, serviu de moradia para a família desde sua construção até 1909
Data da foto: 1909 Medidas da casa: 6 x 8 metros
Detalhes: Construída em madeira e com telhado de “Scandole”
Observação: Casa não existe mais.

Dentro do projeto sobre casas de nossa história, produzimos uma maquete em escala 1:25 desta construção. Você pode ver um vídeo explicativo acessando a seção vídeos.

Casa comercial na Linha Colombo

A casa comercial foi construída por Ângelo Dall´Acqua no ano de 1905 para o imigrante Antônio de Maman, que era casado com Ângela Dall´Acqua (irmã de Ângelo). De Maman, além de se dedicar à agricultura, mantinha uma pequena casa de comércio. Nela instalou o seu comércio e ampliou a função da mesma para “casa de pasto” e hospedagem para viajantes, principalmente carreteiros, que faziam lá suas refeições e pernoites.

Os construtores da casa foram Ângelo Dall’Acqua e seus dois irmãos Luís e José.

Conforme as anotações deixadas por Ângelo Dall’Acqua, os trabalhos começaram no dia 18 de novembro de 1905 e foram concluídos em 15 de março de 1906. Um total de 108 dias. Ângelo e os irmãos receberam, como pagamento, a importância de 656.491 réis, assim distribuídos, conforme os dias trabalhados por cada um: Ângelo: 232.071 réis; Luís: 210.482 réis; José:213.938 réis.

Em 1925, De Maman vendeu a casa aos sócios da Cooperativa Dona Cândida, fundada em 1922, que tinha como como gerente, José Astolfi. Localização: Estrada Geral na Linha Colombo em Guaporé.

Construída:
entre 1905 e 1906 por Ângelo Dall´Acqua por encomenda de Antônio Josué De Maman. A partir de 1926 e até 1944 passou a ser habitada por José Astolfi e Itália Dall´Acqua, que administravam a loja da Cooperativa Dona Cândida que se situava no andar térreo.
Data da foto: 1926 Medidas da casa: 10 x 13 metros e anexo de 6 x 6 metros
Detalhes: Construída em madeira e originalmente com telhado de “scandole” Observação: Casa não existe mais. Era uma casa grande, com seis quartos no andar de cima. Em baixo a loja, o escritório, a sala de refeições. A cozinha era separada, mas ligada a casa por um corredor. Só que em matéria de comodidades como hoje as conhecemos, não havia quase nada: não havia luz elétrica, a água era tirada do poço, a roupa era lavada no arroio ou no tanque dos vizinhos, que nem eram tão vizinhos.


Dentro do projeto sobre casas de nossa história, produzimos uma maquete em escala 1:25 desta construção. Você pode ver um vídeo explicativo acessando a seção vídeos.

2ª Casa em Casca

Localização: Na estrada geral em Casca
Construída: em 1909 por Ângelo Dall´Acqua. Foi habitada pela família desde sua construção até o ano de 1946, quando se mudaram para Ponta Grossa no Paraná. Data da foto: 1935
Medidas: 8 x 10 metros
Detalhes: Construída com tábuas de madeira e com telhado de “Scandole”.
Observação: Casa não existe mais.

Nos seus diários, em agosto de 1945, Ângelo Dall´Acqua descreve sua propriedade: Temos os pinheiros (uns 50 mais ou menos) e o mato virgem, regulando uns três alqueires, e as vantagens da qualidade da terra para a agricultura. A comodidade da casa, com o andar térreo ocupado para cantina de 8x10 m, no primeiro andar quartos para dormitórios, em número de 2, uma varanda de 6x4 m para as refeições, a cozinha de 4x4 m, e a despensa de 1,5x2 metros. No andar superior 4 quartos dormitórios, com quase todas as janelas envidraçadas.

Uma boa horta, um bom galpão de 6x3 m para guardar ferramentas, carrinho de mão e lenha, e que serve também para oficina de qualquer profissão; mais um grande e cômodo galpão de 12X9 m, sendo uma parte de estrebaria para mulas, cavalos, com a sua grade para forragem.; um quarto para guardar milho em espiga, de 3x3 m, uma sala para milho e para guardar o trigo em palha quando colhido, de 4x6 m; No piso superior um grande cômodo para guardar forragem, milhos, batatas e quaisquer produtos, pois tem a arca de 9X12 metros.

Tem mais uma colmeia para criar abelhas, de 5x3,5 metros, coberta de telhas de barro, tem um parreiral, com a metade sobre o fio de arame, tem um bom potreiro, quase tudo fechado com fio de arame farpado, com água perene. Tem um poço de boa e fresquíssima água, etc....

Dentro do projeto sobre casas de nossa história, produzimos uma maquete em escala 1:25 desta construção. Você pode ver um vídeo explicativo acessando a seção vídeos.

Casa Busato em Casca

Antiga casa de madeira construída em 1904, é considerada a primeira casa comercial da região de casca na época, cujo proprietário era Albino Busato.
Foi construída por Ângelo Dall´Acqua com a ajuda de seu irmão Luigi. Feita com madeira de araucária serrada de maneira artesanal.
Atualmente abriga o museu Albino Busato.

Cumieira da Prefeitura de Guaporé

Em 1913, Ângelo Dall´Acqua projetou e coordenou a construção da cumieira da Prefeitura de Guaporé. Após estar pronta, montaram tudo na praça e, depois numeraram todas as peças, desmontaram e montaram novamente sobre a prefeitura. Na foto Ângelo aparece de paletó escuro no centro ao fundo.
Posteriormente, quando a prefeitura teve o acréscimo de outro piso, foi novamente desmontada e depois recolocada no lugar graças a numeração existente.

Igreja Matriz de Casca

As portas da Igreja Matriz de Casca foram trabalhadas por Ângelo Dall´Acqua com a ajuda dos filhos Plínio e Alcides entre 1928 e 1929.

Altar da Igreja Matriz de Paraí

Altar da Igreja de Paraí, construído por Ticiano Bettanin e por Ângelo Dall´Acqua, com a ajuda dos filhos Alcides e Plínio.
A construção e o entalhe foram totalmente feitos na casa de Ângelo em Casca por volta de 1929.
1929 - Angelo Dall´Acqua e Ticiano Bettanin quando se dirigiam para Parai com a finalidade de negociarem a fabricação do altar.

Grupo Escolar em Casca

Foto original de 1938 Ângelo encontra-se ao centro com paletó de cor clara

Anotações feitas por Ângelo em seus diários que foram publicados no livro “Diários de um Imigrante”.

Abril - 1938


19 – Apenas chegado, como eu devia falar a respeito com o Sr. Francisco Guerreiro, prefeito municipal, e como a hora era imprópria para uma audiência particular, do Hotel Bela Vista, solicitei-lhe por telefone uma audiência de poucos minutos, ao que me respondeu que fosse imediatamente.
– Não me fiz esperar, em dois minutos ele me introduzia em sua casa, convidou-me a sentar e, quis saber como anda o trabalho de construção do Grupo Escolar de Casca. Ante a minha resposta, ficou contente e satisfeito e pediu-me para enviar-lhe a planta dos dois pavimentos, como também da fachada principal e da lateral e a planta baixa do prédio. Prometi enviar tudo e, agradecendo a atenção, retirei-me.

27 – Finalmente, entreguei ao presidente da comissão de construção do edifício de Grupo escolar Sr. Romano Zanchet o desenho e as plantas, que devem ser enviadas ao Sr. Prefeito de Guaporé.

Maio - 1938


28 – Nesta data, acertei as contas do meu crédito com Romano Zanchet, presidente da comissão de construção do Grupo Escolar de Casca; na qualidade de construtor, a 10.000 diários, tendo trabalhado 36 dias, de 4 de março a 24 de maio de 1938, total do crédito: 360.000 réis.
Com a caligrafia do próprio Ângelo, aparecem as medidas da construção, 18m de comprimento, 12m de largura e altura interna de 4m.
Imagem de 1969, 31 anos após a construção.


O antigo prédio do Grupo escolar de Casca, foi posteriormente sede da segunda prefeitura municipal, foi demolido e hoje, no local localiza-se o Fórum.

Capela de São Gotardo

Capela de madeira construída na linha Terceira de São Domingos por Plínio Dall´Acqua (filho de Ângelo Dall´Acqua). Foi inaugurada em 30 de março de 1941.

PONTE

Pontilhão de madeira construído por Ângelo Dall´Acqua

ALGUMAS PONTES & OUTRA OBRAS

 

Ângelo Dall´Acqua e seus filhos eram hábeis marceneiros e bastante requisitados por autoridades e vizinhos. Infelizmente não temos registros fotográficos da maioria de suas obras, mas graças as anotações feitas por Ângelo em seus diários, resgatamos algumas informações.

 

Janeiro – 1925

20 – Na ocasião do princípio do serviço da ponte em reconstrução do Rio Igna-Crocé, 

 

Março – 1925

09 – Viagem para a Linha 20 (Garganta dos Polacos) a serviço das pontes

Dias de serviço nos caixilhos das vidraças de Joaquim Meneguzzo, em março de 1925.

18 dias e ½ a 10.000 réis diários, corresponde à importância de 185.000 réis

 

Janeiro – 1927

17 – Viagem ao Eugênio Gatto, a serviço do projeto da ponte sobre o Rio Guavirova.

 

Fevereiro – 1930

10 – Por ordem do Cel. Intendente de Guaporé, me reuni com o Sr. Subintendente, Sr. Pinheiro, do 7.º Distrito de Guaporé, Júlio de Castilhos, para, de acordo com o marceneiro Giovanni Gava, irmos ao lugar onde será construída a ponte sobre o rio Sangão, para fazer a análise do trabalho de marcenaria, que faremos por 5.000.000; voltei no dia 11 do mesmo mês de Fevereiro de 1930.

 

18 – Às 11h, com o amigo Giovanni Gava, fui à Intendência Municipal, para conferir, com o Intendente Agilberto Maia, a respeito da construção da ponte sobre o rio Sangão, no 7.º Distrito, ponte, ou seja, o trabalho de superestrutura em madeira (inclusive a compra do madeirame, pregos, transporte e mão de obra, pelo preço de 4.625.700). Sobre esse item, ficou o Subintendente de nos dar resposta, pretendendo ele, fazer restrições quanto ao preço do trabalho, ordenando-nos, no entanto, de mandar preparar e esquadrar os 19 pranchões de 9m50cm por30X45, ao preço de 2.500 reis por metro, mais 108 pranchões de angico de 5m por 10X16, ao preço de 1.000 réis o metro.

 

Abril – 1930

16 – A convite, por carta com data de 15 do corrente, de João Gava, de Vila Maria, fui àquela localidade, aonde cheguei às 17h30min e, combinados, resolvemos ir ao lugar onde será construída a ponte sobre o rio Jordão, ou Sangão, e conferir com o fiscal Vittorio Moreschi o preço da jornada, trabalhando na dita ponte. O Gava estabeleceu uma jornada de 20.000 diários eu; e meu filho Alcides e o outro filho, Plínio, 15.000, e para seu peão 9.000 réis. Às 18h, retornei a casa.

21 – Às 9h, veio o capataz Vittorio Moreschi, que disse que meu filho mais velho poderia acompanhá-lo até o rio Sangão e lá trabalhar na ponte nova a 18.000 réis diários; e isso por ordem do Intendente Agilberto Maia, e que eu fosse à ponte na quarta-feira, dia 23, para trabalhar, todavia por 18.000 diários.

23 – Às 13h, parti a cavalo, chegando à noite ao trabalho da ponte sobre o rio Sangão.

24 – Quinta-feira. Comecei o trabalho na ponte.

– O filho Alcides, começou o trabalho ao meio-dia de 21, fez 1/² jornada; no dia 22, uma; no dia 23, uma; no 24, uma; no 25, uma; no 26, uma; dia 27, Domingo; no 28, uma; no 29, uma; no 30, uma.

– Em Maio, no dia 1.º, uma, no dia 2, ½ jornada; no 3, uma. Total, 11 jornadas.

– Eu fiz uma jornada no dia 24; uma, no dia 25; no dia 26, uma; 27, Domingo. No dia 28, uma, no dia 29, uma; em 30, uma; no dia 1.º de Maio, uma; ½ jornada no dia 2; dia 3, uma. Total: 8 1/² jornadas…. Com aquelas de Alcides, somam 19 1/² jornadas, correspondendo a 351.000 réis.

 

Maio – 1930

 

4 – Domingo. Tendo terminado o trabalho da ponte do rio Sangão, eu e o filho Alcides retornamos a casa.

6 – Às 14h, veio o fiscal, Sr. Vittorio Moreschi, de Guaporé, e nos trouxe a importância justa do nosso crédito, pelo trabalho na ponte do rio Sangão, em réis 351.000.

 

Fevereiro – 1933

 

6 Segunda-feira. Junto ao Sr. Martins Piacescki, inspetor da Linha 15 de Novembro, por ordem do Subprefeito local, fui ver o que é necessário para reconstruir a ponte, que está em péssimas condições, sobre o rio Cáscara, na estrada que vai a São Domingos. Constatamos que são necessários os quatro pilares da ponte, que estão quase apodrecidos.

 

Setembro – 1934

 

3 – Segunda-feira. Hoje fui ao povoado Dr. Parobé para me encontrar com o fiscal da estrada, Sr. Vittorio Moreschi, e convidá-lo, conforme ordem recebida ontem do Cel. Agilberto Maia, para irmos juntos às Linhas 21, 23 e 24, para ver algumas pontes e pontilhões a serem construídos e verificar quanto podem custar às obras.

– Ficou estabelecido, com o mesmo fiscal, que encontrei na venda do Santo Camilotti, de irmos no dia 5 do corrente.

5 – Quarta-feira. Conforme acordo com o fiscal Vittorio Moreschi, partimos da Casca, a serviço, por ordem municipal, e viajamos pelas Linhas 21, 23 e 24, até os irmãos Bianchi. Depois de haver tomado às devidas providências na serraria dos irmãos Bianchi, sobre o preço dos pranchões de cerne de pinho a serem serrados, de 5 m de comprimento por 8 x 16, ao preço de 400 réis por metro, já colocados; de 5 ou 6 pontilhões e mais 114 pranchões para duas pontes, foi combinado que o trabalho das pontes será feito por meu filho, sob meu controle, a 8.000 réis por dia.

 

Junho/1927

Construção do moinho Busato, Irmão e Cia em Casca

 

Março/1931

 – Construção de uma casa de 8mx10m, em Passo Fundo, contratado por Girolamo Busato, da Casca, por 650.000 réis, ganhando, todavia, os gastos de alojamento.

 

Julho – 1931 

 

1.º – Quarta-feira.  O Prefeito Municipal de Guaporé, Sr. Agilberto Maia, de acordo com os fabriqueiros de Casca, convidou-me para dirigir os trabalhos de reconstrução das casas destruídas pelo ciclone de 21 de Junho p. passado.

– No mesmo dia, o Secretário Municipal Sr. Eduardo Mallmann autorizou-me, junto com o Escrivão Distrital Sr. José Battistella e o Pe. Don Aneto Bogni, pároco, avaliar as casas destruídas ou arruinadas e os danos gerais causados pelo ciclone do dia 21 do p. p. mês.

 

Março – 1938

– A convite do gerente da fábrica de banha Sr. Anacleto Roman, de Casca, fui dirigir os trabalhos da casa em construção, pertencente ao gerente da fábrica. Trabalhei os seguintes dias: 15,16,17,18,21,22,23,24,25,26. Dez dias, à razão de 16.000 réis diários, importando o total, que recebi hoje, 160.000 réis, e por mais um dia de trabalho do filho Onésimo, 12.000 réis. Total: 172.000 réis

Julho – 1938

 

20 – Hoje entreguei ao amigo Napoleão De Biasi a planta e o desenho da casa que construirá em breve em Muçum.

Setembro – 1941

5 – Sexta-feira. Hoje fui a Casca a convite do Subprefeito, Sr. Aristides Bernardi. Como estamos na semana da pátria, fui até a intendência, onde o Sr. Bernardi me convidou para dirigir o trabalho de construção do altar da Pátria, para realização de missa campal no próximo domingo, dia 7 de setembro, 119º aniversário da Independência do Brasil. Assim, com os operários Ângelo Zanotelli e Antônio Odorizzi, às 14 horas, começamos o trabalho na praça principal.

 

22 – Nesta manhã, entreguei a David Toazza a planta das duas fachadas da reconstrução da sua casa. Pelo desenho me pagou 12.000 réis.

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