José Astolfi e Itália Dall´Acqua


Balcão

Era utilizado na loja de José Astolfi na Linha Três de Maio em Guaporé. Servia para guardar peças de tecidos mais delicados e de maior dimensão. Com o encerramento da atividade comercial, fez parte dos móveis da nova residência de Itália e José Astolfi e, em 1974 acompanhou Itália a Novo hamburgo, para sua nova morada, junto com a filha Maria. Depositado, mais tarde, na casa de Clara Astolfi Sbroglio, foi recolhido e ostenta, hoje, sua simplicidade útil na casa de Alexandre Astolfi, em Novo Hamburgo.

Data da fabricação: Desconhecida, mas certamente antes de 1945

Dimensões:
Largura:1,72m
Profundidade :0,61m
Altura: 0,99m

Cristaleira e Balcão

Quando Itália foi morar em Novo Hamburgo, junto à tia Maria, levou consigo os móveis que mais prezava. Mas, não havia espaço para todos na casa da Maria. E os móveis da foto (cristaleira e balcão) foram para a casa de Bruno e Eda, onde ainda se encontram. A mesa correspondente, com respectivas cadeiras, tomou outro destino, foram decorar a casa de outro familiar, pois Bruno e Eda já tinham uma bela mesa, adequada às suas necessidades.

Mesa da Sala de Jantar

Mesa da Sala de Jantar da casa de José e Itália Astolfi. Fazia conjunto com o balcão e a que encontraram lugar na casa de Eda e Bruno Astolfi. Mesa e cadeiras receberam uma pintura nova e se encontram na casa de Hiran e Márcia Astolfi.

Baú

Baú de madeira forrado com couro, com alças laterais de ferro. Foi arrematado por José Astolfi em Porto Alegre no fim da década de 1930, cheio de fitas e pequenos acessórios usados na fabricação de chapéus. Foi levado por Itália Astolfi em sua mudança para Novo Hamburgo. Está com Alexandre Astolfi. Baú após ter sido totalmente restaurado

Dimensões:
Largura: 0,76m
Profundidade: 0,36m
Altura: 0,52m

Guarda-Louças

Guarda-Louças com entalhes nas portas. Vidros não originais, de cor verde. Foi comprado em Porto Alegre, já usado. Sempre ficou na cozinha de José Astolfi e Itália Dall'Acqua em Guaporé. Em 1974, quando Itália, já viúva, mudou-se para Novo Hamburgo, o móvel foi junto e passou a ter lugar na casa e depois no apartamento de Maria Astolfi, com quem Itália passou a morar.

O tampo era originalmente feito com mármore, mas como quebrou, foi substituído por madeira.

Dimensões:

Largura: 1,25m
Profundidade:0,53m
Altura:2,04m

Hoje encontra-se com Alexandre Astolfi em Novo Hamburgo.

Cômoda

Comó (cômoda) de Itália Astolfi. Na gaveta à direita, ainda é guardada uma caixa muito antiga, de madeira, para charutos finos, na qual Itália guardava recordações Está com Clara Astolfi Sbroglio em Novo Hamburgo.

Balança

Balança para pesagens mínimas. Usada na loja. Comprada por volta de 1920. Servia para pesar pequenas doses de artigos, como coalho, arsênico, pólvora, chumbo, etc... A coloração não é original.

Peso de 1 Kg

Utilizado na balança da loja.

Concha de folha-de flandres

Utilizada na loja para transferir para a balança produtos como açúcar, arroz e outros, a fim de serem pesados.

Copinho para cachaça

Único remanescente, fazia parte do bar da loja de José Astolfi, na Linha 3 de Maio. Sem dúvida matou a “sede” de muitos fregueses.

Máquina de escrever

Máquina de escrever de marca ROYAL, utilizada no escritório da loja da Colomba e na de 3 de Maio. Comprada na década de 1930 por José Astolfi e muito usada pelo filho Mário, contabilista da loja. Está com Márcia Astolfi em Novo Hamburgo.

Caixinha de folha de flandres

Era um dos itens comercializados na loja dos Astolfi na Linha Colomba. Continha confeitos. Guardada por Itália Astolfi.

Jogo de Tômbola

Fez a alegria dos familiares Astolfi, tanto na Linha Colombo como em 3 de Maio.

Bandeja de Prata

Presenteada ao casal José e Itália Astolfi por ocasião de suas bodas de ouro, em 1969.

Cesto de vime

Por longos anos, foi usado na casa dos Astolfi para servir pão ou biscoitos.

Xícara

Remanescente de um jogo de 12, tamanho um pouco maior que o padrão, com respectivos pires, utilizada na casa dos Astolfi. Louça comprada por Mário Astolfi por volta de 1950.

Louças

Conjunto de pratos, xícaras, copos, açucareiro, etc .. usados na residência do casal José Astolfi e Itália Dall´Acqua.

Funil esmaltado

Usado na cozinha dos Astolfi durante muitos anos, desde a Linha Colombo. Em 1974 acompanhou Itália Astolfi em sua mudança para Novo Hamburgo, onde continuou tendo serventia.

Azeiteira para lubrificar

De folha de flandres. Disponível a qualquer momento. Fez parte daquelas tralhas que a gente, pensa, às vezes, que jogar fora é o melhor a fazer.

Navalhas de Barbear

Pertenciam a José Astolfi, usadas e cuidadas unicamente por ele, como peças de valor único.

Galheteiro de Chumbo com desenhos

Usado como suporte para vidrinhos de vinagre, óleo, sal e pimenta. Era utilizado na casa dos Astolfi. Os vidrinhos se perderam no tempo, melhor dizer pelo descuido de muitas mãos, algumas de crianças, na obrigação de ajudar a pôr ou tirar a mesa de refeições.

Moedor de Pimenta

Sempre disponível na cozinha dos Astolfi. Manuseado por muitas mãos, cumpriu sua tarefa por longos anos, até chegar ao descanso, mas ainda capaz de seu mister se o destino quisesse.

Conjunto de cálices de cristal

Usados em ocasiões especiais para licores ou vinhos, licorosos, sempre bem vindos.

Caixa de Potocas

Pertencia a Itália Dall´Acqua e nela guardava “coisinhas”. Bem construída, em madeira fina, com belo desenho na tampa, nela vinham condicionados fragmentos de tamarindo para fins medicinais, vendidos na loja. A tampa, com belo desenho de um tamarindeiro.

Agulhas para fazer tapeçaria

Pertenciam a Itália Dall´Acqua Astolfi, que nunca teve muito tempo para delas fazer uso.

Relógio

Relógio, cuja data de fabricação é dos anos 1940. De segunda mão, foi presenteado a José e Itália pelo genro Janir Sbroglio e a esposa Clara, e passou a ter lugar de destaque sobre o balcão da cristaleira na sala da casa. Nunca funcionou bem, mas fazia bela figura e, atrás dele, a nona Itália guardava as cartas que recebia, até serem respondidas. Em 1971, em uma visita do filho Bruno e a nora Eda ao vô Bepi e a vó Itália, o vovô Bepi disse: — Bruno, eu gostaria que tu ficasses com este relógio. Não funciona, mas serve como recordação! E o relógio mudou de endereço e passou a ter um lugar de honra na casa de Bruno e Eda, e com eles, foi de mudança para São Leopoldo alguns anos depois, ocupando sempre o lugar de honra que merecia. Alguns anos se passaram e, um dia, os genros do casal levaram, à revelia dos donos, o relógio para um especialista em relógios antigos, com muitos anos a mais que o objeto a consertar, o qual, para surpresa de todos, devolveu ao presente-recordação a dignidade de um verdadeiro relógio, marcando as horas da vida.

São José

Quadro com imagem de São José. Foi comprado por José Astolfi por ocasião de seu casamento com Itália Dall'Acqua em 1919. Está com Alexandre Astolfi Pedro, primogênito de Carmen Astolfi e Alexandre Pedro, no Rio de Janeiro.

Farol do Ford 1929

Foi comprado por José Astolfi por volta de 1934 e era utilizado pelo mesmo, para efetuar, eventualmente, alguma visita ao estábulo durante a noite, para assistência a algum animal. Alimentado com querosene como combustível. Está com Alexandre Astolfi, que o recebeu de seu pai Evaldo, em Novo Hamburgo.

Costureiro

Costureiro para agulhas, alfinetes e carretéis de linha, usado por Itália Astolfi

Relógio da casa da Colomba

Relógio de parede que ficava na casa da Colomba. tratava-se de um Junghans, produzido em torno de 1915.

O mesmo ficava em cima de uma porta, dentro da loja. Esta porta dava acesso ao corredor que levava para os quartos da casa. Uma outra curiosidade sobre o relógio, é que este tivera uma peça de cima, um adorno, que se quebrara uma queda, reposta por outra peça feita pelo Evaldo Astolfi.

Está com Émerson Astolfi em Porto Alegre.

Jarro de alumínio

É um jarro do mais puro alumínio que conta quase um século de história da família Astolfi. Fez parte do enxoval que Zélia Astolfi, filha mais velha de José e Itália, levou para o internato do colégio Scalabrini, em Guaporé, lá por 1940. Acompanhou-a depois, por 3 anos num pensionato em Caxias do Sul, onde fez seu curso de professora.

Desativado, ficou alguns anos esquecido pelos cantos, usado às vezes, para funções que não lhe eram próprias. Serviu até para meninas brincarem de casinha e para conter o milho dado às galinhas. Por fim acompanhou Itália Astolfi, já como uma espécie de troféu de vida, quando foi com sua mudança para Novo Hamburgo, morar com a filha Maria. E o velho jarro, castigado, amarrotado e já sem brilho passou a ser usado na nobre tarefa de servir água às flores e folhagens da casa, readquirindo, assim, sua dignidade perdida.

Agora, fixada a um pedestal de madeira de lei, foi transformado em taça de glórias futebolísticas, contendo uma placa de prata onde se lê: “Copa Astolfi – Dall`Acqua, instituída em 1987”.

Brasão de Família

Quadro contendo o brasão da Família Astolfi. Imagem foi provavelmente encomendada por Ângelo Dall´Acqua entre 1920 e 1930 para presentear seu genro José Astolfi.

Tamanho: 45 x 61 cm

Bolsas e Carteiras

Pertenceram a Itália Dall´Acqua e a José Astolfi.

Óculos

Pertenceram a Itália Dall´Acqua.

Livro Angeli Del Cielo e Angeli Della Terra

Este livro foi dado para Itália Dall´Acqua como presente no Natal de 1899 quando ela tinha 4 anos.

Foi dado a ela por Matteo Donati que foi Pastor Metodista em Bento Gonçalves entre os anos de 1898 e 1902.

A dedicatória diz:
À pequena Emma (personagem do livro) dedico este livro que fala sobre coisas grandes.

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