Memórias de Plínio Dall´Acqua
Plínio Dall’Acqua, 10º filho de Ângelo Dall’Acqua e Marina Sbardelotto, nasceu em Casca, então 2º Distrito de Guaporé, Plínio aprendeu o ofício de marceneiro com seu pai e trabalhou com o escultor e projetista Ticiano Bettanin (1928). Entre as obras que ajudou a construir está o altar-mor da igreja de Paraí, município próximo à Nova Prata.
Casou-se em 16 de maio de 1931, com Sibila Fontana e, em 1933, mudou-se para São Domingos para estudar com o professor Frederico Benvegnu, que ensinava também música e canto, a fim de preparar-se para ser professor primário municipal, atividade que exerceu na escola de São Marcos e, simultaneamente, em outra, perto do rio São Domingos, em Casca.
Abandonou o magistério para trabalhar na construção do matadouro da Casca, filial do frigorífico de Dois Lajeados, e depois na construção do moinho dos Busato, em Passo Fundo. Em 1941, transferiu-se para Nova Prata, onde trabalhou na construção da igreja matriz. Também construiu a Capela de madeira na linha Terceira de São Domingos.
Aprendeu também o ofício de agrimensor com o professor Evaristo Mantovani, de Casca, e, na época, ajudou na medição dos lotes daquela localidade.
Por volta de 1946, toda a família Dall’Acqua, Ângelo e filhos, passaram a residir em Ponta Grossa, PR, onde Plínio trabalhou 11 anos no 9º Distrito Rodoviário do Estado, mais 4 anos na construção da estrada chamada Transatlântica, sendo depois transferido para Curitiba, no DNER, exercendo as funções de desenhista, escriturário e arquivista, até aposentar-se em 1981, dedicando-se então â pintura, inspirando-se, especialmente, nas paisagens do Paraná. Faleceu no ano de 2002
Em 1985 narrou, de forma simples e despretensiosa, as suas memórias, as quais publicamos agora: