Primeiros Imigrantes

Giuseppe Sante Dall'Acqua

Emigrou em 1878 viajando no navio Rivadávia.
Nascido em 02/12/1839 em La Valle, província de Belluno.
Veio com a esposa Anna Bonfardin (27/01/1840) e 5 filhos:
Luigi (1865), Ângelo (1867), Ângela (1869), Matheo (1870) e Anna (1874).

No Brasil Nasceu: Giuseppe (1879).

Antônio Ângelo Astolfi

Emigrou em 1885 viajando no navio Righi.
Nascido em 25/02/1853 em Sarone.
Veio com a esposa Maria Teresa Azzalini (27/02/1857) e 4 filhos:
Pierina (1877), Francesco Eugênio (1877), Eugênia Maria (1881) e Virgínia (1883).

No Brasil Nasceram: Antônio Ângelo (1885), Isidoro (1889),
Francisco (1890), José (1891), Benjamim (1893), Pedro (1895),
Theresa (1897) e Vitória (1900).

Luigi Dall’Acqua

Emigrou em 1878 viajando no navio Rivadávia.
Nascido em 10/01/1838 em La Valle, província de Belluno.
Veio com a esposa Maria Catarina Andriolo (13/06/1846) e 4 filhos:
Antônia (1868), Nicoló (1870), Gioseffa Francisca (1873) e Antônia Gioseffa (1875).

No Brasil Nasceram:
Luigi Giovanni (1879), Assunta Maria (1881), Giovanni Giuseppe,
Enrica Domênica (1886), Antônio Giuseppe (1889) e Marta.

Abramo Matteo Dall’Acqua

Emigrou em 1883 ainda solteiro e menor de idade.
Viajou acompanhando a família de Matteo De Maman e Ângela Da Roit.
Nascido em 19/05/1866 em La Valle, província de Belluno.
Já no Brasil, casou-se com Luísa Ângela De Maman (24/10/1868).

No Brasil Nasceram: Antônia (1890), Maria (1891), Ângelo (1892), Lúcia (1895), Rosa (1897), Giovanni (1899), Gelsomina (1901), Venceslau (1903), Nascibem (1903), Ângela (1905) e Garibaldi (1909).


Breve Genealogia dos Imigrantes:


Os núcleos de Imigração Italiana no Rio Grande do Sul:

Por que vieram os imigrantes?

Muitas são as causas que motivaram a emigração, das quais podemos destacar:

# Pouca terra para plantar (pouco rendimento), a maioria dos colonos não era proprietária de terras, trabalhava para um “senhor” ou como arrendatária;

# Pobreza extrema, fome, famílias numerosas;

# Impostos e taxas excessivamente altas fizeram muitos proprietários perderem suas terras (entre 1884 e 1901 o número de propriedades perdidas foi de 215.759);

# O medo de guerras;

# A introdução do capitalismo que fez com que muitos artesãos perdessem sua fonte de renda pela instalação de teares;

# Promessas de fartura no Brasil, de riqueza imediata.

Nossos “nonos” Antônio Astolfi e Maria Teresa Azzalini eram privilegiados, pois possuíam terras e o que os motivou a emigrar foi especialmente o medo de guerras. Os “nonos” Dall’Acqua emigraram fugindo da fome e buscando melhores condições para suas famílias.


Imagens da Itália

Sacile - Casa para onde se mudou Antônio Astolfi depois de casar com Theresa Azzalini Casa em que moraram “nonos” Antonio e Tereza após seu casamento. Ainda pertence a uma família Astolfi. Cavolano (Sacile)

Sarone - Casa onde vivia Antônio Astolfi antes de casar

Casa onde vivia Antônio Astolfi antes de casar. Originalmente a casa compreendia desde o prédio da esquina até o prédio laranja. O prédio amarelo ainda hoje é habitado por uma família Astolfi.

Villágio Cimbro - onde vivia Tereza Azzalini antes de casar com Antônio Astolfi, que fazia uma caminhada de aproximadamente 4 horas para visitar sua prometida Atualmente é um parque aberto à visitação pública.

Sarone (Provincia de Pordenone), de onde vieram os Astolfi

La Valle - Igreja de São Miguel Arcanjo por volta de 1930 - acervo de Ângelo Dall´Acqua

La Valle Agordina - Igreja de São Miguel Arcanjo (construída em 1701)

La Valle Agordina

La Valle Agordina

Nesta casa viviam os Dall´Acqua em La Valle. Pertence hoje aos descendentes de Maria Rosa Dall´Acqua que era irmã de Abramo e prima de Giuseppe Dall´Acqua.

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